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Escrito por André Pessoa
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- Um incêndio na Região Sul do Chile causou seis mortes, todas de bombeiros, quatro feridos e dois desaparecidos. Nos últimos dez dias, mais de 50 incêndios queimaram 50 mil hectares de florestas. As áreas mais afetadas são Bío-Bío, Maule e Araucanie, localizadas a 500 e 700 quilômetros de Santiago, a capital chilena.
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Última atualização em Sex, 06 de Janeiro de 2012 10:31 |
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Escrito por André Pessoa
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Uma vacina experimental ajudou a proteger macacos contra uma forma especialmente letal do vírus da aids, aumentando as esperanças quanto à criação de uma vacina eficaz em humanos, disseram pesquisadores dos Estados Unidos nesta quarta-feira. A vacina reduziu em 80% o risco de contaminação entre os macacos expostos a uma versão símia do vírus, segundo o relato publicado na revista Nature. Entre os animais que foram contaminados, a carga viral no sangue era menor.
"É um importante avanço no conhecimento", disse por telefone o médico Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Doenças Alérgicas e Infecciosas dos Estados Unidos. Os cientistas ficaram especialmente animados porque o estudo contribuiu com a identificação de uma parte importante do sistema imunológico que é necessária para haver proteção contra o vírus HIV, que causa a aids.
O resultado é tão promissor que os pesquisadores já planejam testar a vacina em humanos no ano que vem. Atualmente não existe vacina contra a aids, mas em 2009 um estudo com 16 mil pessoas na Tailândia mostrou pela primeira vez resultados animadores. No caso da vacina testada em macacos, foram usadas versões atenuadas de dois vírus comuns - o adenovírus (que causa resfriados) e o vírus da varíola. Eles serviram de veículos para a administração do antígeno do vírus da imunodeficiência símia (SIV), provocando uma reação imunológica.
"As vacinas que testamos tinham uma amplíssima experiência na prática clínica, o que significa que a transição do trabalho com animais para o trabalho com humanos será muito fácil", disse o coronel Nelson Michael, diretor do Programa Militar de Pesquisas com o HIV, no Instituto Walter Reed de Pesquisas do Exército dos EUA, que participou do trabalho na Tailândia e do novo estudo.
Após vacinar os macacos, a equipe os expôs a uma versão agressiva do SIV. Após repetidas exposições, a maioria dos macacos acabou ficando contaminada, mas mesmo nessas circunstâncias a vacina ofereceu uma proteção adicional. "Vimos duas coisas que foram realmente importantes. Uma proteção contra a infecção, mas mesmo em animais que ficavam infectados vimos níveis reduzidos do vírus", disse Michael.
Em seguida, a equipe realizou exames para descobrir qual parte do sistema imunológico dos macacos havia sido ativada. Eles descobriram que o "envelope" dos genes, usado pelos vírus para penetrar nas células, era crucial na proteção dos animais. "Essa vai ser a âncora para a próxima geração de vacinas que irá nos impulsionar para além da (pesquisa da) Tailândia", disse Michael.
Ele alertou que os estudos com humanos só devem começar em janeiro de 2013. O grupo mantém uma estreita colaboração com o laboratório Crucell, unidade da Johnson & Johnson. Cerca de 34 milhões de pessoas são portadoras do vírus HIV no mundo e mais de 25 milhões já morreram em decorrência da aids desde a década de 1980, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
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Escrito por André Pessoa
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Nos últimos anos, mantive alguns encontros com Francisco Anysio de Paula Filho, o maior artista que o Brasil já produziu, e, como milhões de fãs e admiradores, eu tenho acompanhado com atenção seu estado de saúde. Numa de nossas conversas, falamos sobre um dos últimos trabalhos de Chico, que foi o recital de poemas do genial escritor pernambucano Ascenso Ferreira para uma série de CDs chamada “Poesia Cantada”. “De tudo o que eu fiz até hoje, nada se compara isso; é meu melhor trabalho”, disse-me o artista multifacetado, que muitos conhecem apenas como Chico Anysio, o criador de tipos inesquecíveis que ainda hoje nos fazem rir.
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Escrito por André Pessoa
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A cidade do Rio de Janeiro teve 86 notificações de casos de dengue na última semana, entre os dias 18 e 24, segundo boletim divulgado hoje pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. Durante todo o ano, foram registrados 75.936 casos da doença. A maior parte das notificações foram registradas em Campo Grande - com 14.694 no acumulado do ano, seguido por Bangu, Realengo - com 10.509 casos - e Barra, Jacarepaguá - com 9.715.
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Escrito por André Pessoa
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Sean Connolly é pai de Iris, uma menina de três anos que luta contra um câncer no cérebro, na Inglaterra. A garota sofreu perdas de memória em virtude do tratamento de radioterapia, e por conta disso ela sofre dificuldades de aprendizado. Buscando auxílio nas novas tecnologias, seu pai, que é desenvolvedor, fez um aplicativo para iOS para ajudar sua filha a aprender a escrever.
O funcionário público inglês chegou a testar aplicativos disponíveis na AppStore, voltados para a educação, mas ficou insatisfeito com os resultados. Precisando incentivar ao máximo a cognição da filha doente, resolveu ele mesmo desenvolver uma proposta mais bem acabada de aplicação, voltado para a alfabetização. O aplicativo, Share My ABCs, deu tão certo que virou uma iniciativa comercial.
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Escrito por Gustavo Muniz
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Vitor Abdala Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Ativistas do Greenpeace fizeram hoje (18) um protesto em frente à sede da Chevron Brasil, no Rio de Janeiro, contra o vazamento de petróleo no Campo de Frade, que ocorre desde a semana passada. Os manifestantes, com uniformes da empresa, derramaram tinta preta em frente ao prédio, simbolizando o óleo vazado.
Também foram pintadas pegadas de animais no chão, para lembrar como o vazamento de óleo poderá prejudicar a vida animal, na costa fluminense. Segundo a coordenadora da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, Leandra Gonçalves, a empresa petrolífera foi negligente e não transparente no episódio.
“Estima-se que o vazamento ocorrido no Campo de Frade seja maior do que o imaginado pela empresa. Desde o início, a empresa faltou com transparência nas informações e no diálogo com a sociedade. A falha geológica [por onde ocorre o vazamento] já deveria ter sido prevista no estudo de impacto ambiental. Medidas de contenção deveriam ter sido prontamente realizadas”, ressaltou.
Segundo a ativista, a exploração de petróleo na costa brasileira coloca em risco a fauna marinha. Com as atividades na camada pré-sal, a expectativa é que o risco de acidentes aumente.
A Chevron Brasil não se pronunciou sobre a manifestação de hoje. Em nota divulgada ontem (17), a empresa informa que está adotando todas as medidas para fechar o poço, monitorando a mancha de óleo e trabalhando junto com autoridades brasileiras.
Edição: Talita Cavalcante
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